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Conheça a história e os pioneiros do funk ostentação que ditou moda em São Paulo 

by Rafael Toledo
14/10/2021
Conheça a história e os pioneiros do funk ostentação que ditou moda em São Paulo 
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Sucesso no fim dos anos 2000 e no início da década passada, o funk ostentação é uma vertente do gênero que alavancou a música para proporções nacionais e internacionais, sendo o marco para o início do trabalho audiovisual profissional no funk e o surgimento de diversos personagens que fizeram muito pelo estilo. 

Para contar a história dessa tendência, vamos voltar ao começo do funk no estado de São Paulo. Trazido do Rio de Janeiro para a Baixada Santista em meados de 1995, o funk chegou ao estado nos moldes do estilo carioca, abordando assuntos como a criminalidade e o erotismo, mais conhecido como o “Proibidão”, nomes como o dos MCs Dinho da Neném e Duda do Marapé despontavam como os maiores dessa época. 

Como todos os gêneros musicais, o funk teve dificuldade de se afirmar no estado, ainda mais por causa dos assuntos que tratava. Com a ideia de alavancar o funk, era preciso parar de cantar sobre prostituição, sexo e drogas. 

Com a popularidade do estilo sendo abundante nas periferias, os MCs começaram a pensar no que cantar para gerar identificação com o público das quebradas, assim se nota o que todos têm em comum, a vontade e os sonhos de ter o que há de melhor, os melhores kits, os melhores carros, as melhores motos e muito dinheiro, dando início ao funk ostentação. 

A primeira música foi “Bonde da Juju”, cantada pela dupla Backdi e Bio G3 em 2008. Com a batida forte e a letra falando sobre as roupas de marca, especialmente da Oakley, que era a febre entre os maloqueiros da época, a juliet na cara e a famosa “água de bandido”, o hit caiu nos gostos de todos os jovens periféricos e foi pioneiro na era do funk ostentação. 

2 anos depois, quando a vertente passava por seu auge, surge um nome que é pouco conhecido na cena do funk, Konrad Dantas, o “Kondzilla” com sua visão que revolucionou o funk. Ele foi responsável por introduzir os videoclipes nas músicas e dar a estética que o funk precisava para crescer em proporção nacional. 

Konrad Dantas, o ‘Kond’ / Foto: Reprodução

Como o próprio Kond disse naquela época: “havia muita dificuldade no início pois todas as pessoas que tinham capacidade técnica para trabalhar com as necessidades do funk, odiavam o funk e tinham preconceito de trabalhar com o funk”. O que fez com que ele iniciasse a carreira de produtor de clipes. 

A primeira música a ter um videoclipe foi “Megane” de MC Boy do Charmes, um dos principais nomes do funk ostentação que, com seu clipe, ditou moda com as roupas que apareciam, as correntes e acessórios de ouro e aumentou o desejo pelas melhores motos e carros. 

Foto: Reprodução

Após a inserção dos clipes, foi possível observar o crescimento do funk com números, no início da década passada, cada milhão de acessos nos vídeos era uma conquista incrível e para poucos. Com a produção da Kondzilla, músicas que conseguiram números enormes foram “Como é Bom Ser Vida Loka” de MC Rodolfinho, “Terrível” de Pikeno e Menor, “Plaque de 100” e “Tá Patrão” de MC Guimê e “Megane” de MC Boy do Charmes. Esses clipes ditaram a estética do funk ostentação que ainda é vista entre o estilo dos “Mandrakes” de São Paulo. 

Os MCs Lon, Dede, Daleste, Guime, Rodolfinho, Nego Blue, Menor do Chapa e Kelvinho foram outros nomes que tiveram muito destaque durante essa época, fazendo artistas de outros gêneros, como o rap e o sertanejo, buscarem elementos da estética dos videoclipes produzidos no funk para conseguir repetir o sucesso feito pelos MCs. 

O funk ostentação foi o que deu a proporção nacional para os artistas e para todo o funk, assumindo que o gênero não era somente um estilo que objetificava mulheres e fazia apologia ao crime e as drogas, mas que cada letra representava o sonho e a conquista de um jovem de periferia.

Tags: funkfunkbrasilHistória
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